segunda-feira, 23 de março de 2015

é só um desabafo...



as últimas semanas, os últimos dias têm sido maus. daqueles mesmo maus. 
lidar diariamente com pessoas de uma certa etnia é desgastante psicologicamente. o não saber lidar com pessoas sem carácter é doentio e liberta em mim sentimentos de raiva e revolta. são pessoas más, que vivem para enganar, mentir, magoar, maltratar. reclamam constantemente os seus direitos mas esquecem-se dos seus deveres. vivem de rendimentos, de subsídios que o governo lhes dá. têm leis diferentes. protocolos diferentes. apoios que os sustentam. passam o dia sem fazer nada, em bandos (ou gangs?) a projectar planos maquiavélicos para  extorquir dinheiro a quem trabalha diariamente no duro para pagar os impostos e sustentar a família.
desistir é uma palavra que não existe no meu dicionário. não existia porque desta vez já não aguento mais. estou quase a ultrapassar o limite da minha sanidade mental e não posso esquecer a minha família, os meus filhos.
chega! desisto!
tal como todas as outras pessoas tenho que me resignar, baixar os braços, desistir. não conseguimos mudar nada.
quero esquecer!!!!
chegou a primavera e quero recuperar a energia que perdi, a minha alegria, "saborear" os meus filhos, o meu marido, a minha casa e a minha vida.
chegou a altura da mudança, da renovação!
ainda bem que chegás-te primavera.
sê bem vinda!

6 comentários:

  1. Não é uma questão de desistir e sim teres coragem para mudar o que é muito mais difícil pelos vitos conseguiste obter :)
    bjinhos

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  2. sei a que se refere, Isa. É difícil, muito difícil aceitar os sacríficios que fazemos e observarmos o desprezo que certas pessoas devotam a quem tenta melhorar algo! E tanta gente a precisar de apoio, e o dinheiro, a esses , não chega! Boa semana.

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  3. Que trabalho complicado. Não deve ser fácil, de facto. Força!

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  4. A vida tem desses momentos;) Desistir não é opção...Beijinhos grandes!

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  5. troque a palavra "resignar" por "aceitar" conduz ao mesmo caminho mas de forma menos culpabilizante para si. nesses momentos faça "o seu trabalho" sem lhe atribuir carga emocional. parece-me o tipo de coisa de que se pode alhear, uma vez que já percebeu que não há nada mais que possa fazer. (digo eu, a tentar a ajudar)

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  6. Olá Isa, por vezes ficamos muito cansadas de remar contra a maré. Numa situação bastante diferente da sua (penso eu) mas sim já desisti de lutar sozinha, e resignei-me. Talvez venha a arrepender-me , mas pelo menos, neste momento, sou muito mais feliz assim. beijinhos e tudo a correr pelo melhor!

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